sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Gentileza

A medida do poder interior de uma pessoa está no grau de gentileza que ela possui. Não falamos de poder como uma forma de autoritarismo, mas do poder como força interior; uma força que só aumenta à medida que gentileza se manifesta. Quem tem convicção absoluta de seu valor interior não permite que fatores externos afetem seu bom humor ou seu comportamento. A gentileza tem a capacidade de dissolver todos os espinhos que são arremessados contra ela. Pense nisso.

(por
Brahma Kumaris)

Sei que é difícil ás vezes...mas vale a pena tentar...Robs.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Tempo ao tempo...

E aí está você outra vez com um dia inteiro a sua frente pra fazer o que quiser.

E então?

Você sabe o que fazer com o seu tempo e porque?

Além de tudo o que você faz todo dia, rotineiramente, o que você pode fazer hoje a mais de especial? Experimente colocar no papel, na sua agenda, uma lista do que é importante. Para isso não ouça ninguém além da sua voz interior. Somente você pode saber e determinar o que é especial e o que é importante.E depois dessa lista feita cabe a você estabelecer as prioridades.

O que eu posso lembrar é que se você não tiver consciência da importância desse dia estará correndo o risco de joga-lo fora com todas as possibilidades que ele oferece. Depois,não vai adiantar descarregar sua desilusão com as clássicas frases “Ah, se eu soubesse eu teria feito aquilo”; “ Se eu soubesse eu teria feito antes” “Bem que poderia ter chegado antes” “ Eu ia ligar amanhã” . Essas são as frases de quem perdeu por não ter acreditado que poderia ter interferido na história a seu favor.


Não precisa correr. O importante é saber o que você vai fazer. Dedique algum tempo para meditar, planejar o seu dia e organizar as suas idéias para montar sua estratégia para o presente.


Cuidado com as milhares de coisas inúteis disfarçadas de coisas importantes que parecem estar dependendo de você. Também tente simplificar as centenas de problemas que você tem acumulado e te engolem todos os dias sem você dê nenhuma solução. Primeiro pense, medite, ache a sua calma interna, o seu silêncio interno e defina o que fazer primeiro.


Lembre-se: uma coisa de cada vez. Mas determinadamente.Trabalhe a seu favor. Se você não trabalhar a seu favor, quem é que vai trabalhar?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Escolhas de uma vida

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões". Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços... Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o autoconhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua!
(Por Pedro Bial)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

NORMOSE

"NORMOSE" (a doença de ser normal)

Todo mundo quer se encaixar num padrão.
Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.
O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido.
Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema. Quem não se normaliza", quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?
Quem são esses ditadores de comportamento que "exercem" tanto poder sobre nossas vidas?
Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos de comportamento amplamente divulgados.
A normose não é brincadeira.
Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer ser o que não se precisa ser. Você precisa de quantos pares de sapato?
Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?
Então, como aliviar os sintomas desta doença?
Um pouco de auto-estima basta.
Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.
Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais e tentam viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações. Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgue o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.

(Michel Schimidt - Psicoterapeuta)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ei, psiu!!!


Alguém viu o Robs por aí?
Anda meio sumido e esse lugar meio abandonado! rs.