sexta-feira, 17 de outubro de 2008

20.000 ACESSOS!!

PESSOAL, OBRIGADO PELAS VISITAS!!!
Aos fãs do windows, obrigado!


A vc que acessa meu blog, perdido na multidão...meu muito obrigado.

Aos meus amigos...obrigado...

Aos que pensam só "naquilo" ...obrigado...
Aos românticos...muito obrigado...

Aos adultos que acessam esse blog, homens e mulheres...obrigado.

As crianças, obrigado...mesmo que seja a criança dentro de nós adultos! rs.




A todos que passam por aqui, comentam, discutem, distraem-se...Obrigado mesmo! Voltem sempre, sempre e comentem a vontade. Como todo blogueiro sabe: É o nosso combustível!!
Abraços
Robs

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Razões a flor da pele

Eles se pegavam...

Lucia e Alberto viviam se pegando...

Conheceram-se nos idos de 1997. Mas tinham certeza de que suas almas já se conheciam de longa data.

Bastava um encontro, casual ou não. Já estavam se agarrando, se beijando, se devorando.
Colecionavam histórias particulares de transas no escritório, no carro, nos motéis e onde desse vontade.

Não entendiam o que era aquilo, tinham uma energia juntos, algo diferente, mágico, único, só deles. Passava uma semana, um mês ou um ano, não importava, qdo encontravam-se, entregavam-se um ao outro, com intensidade...

Vc pode dizer, normal, um relacionamento baseado no sexo. Amizade colorida tradicional.

Não.

Não era só isso. Eles tinham algo a mais. Davam-se bem, conversavam sobre tudo, combinavam quase com tudo, tinham os mesmo gostos, sentiam a falta um do outro, mas, nunca...Nunca namoraram.


Se auto-nomeavam para quem perguntasse somente como: amigos...

Estranho... Simplesmente...Não tocavam no assunto...Gostavam-se...Conversam de tudo,trocaram confidências que com ninguém mais falariam, conheciam seus mais intímos segredos, mas, nunca falaram em namoro, ou assumir uma relação.
Nem qdo Alberto começou a namorar em 1999. Continuavam a se encontrar. Nada combinado. Não achavam sinceramente que estavam traindo ninguém. Nem comentavam sobre seus “oficiais”. Não zombavam deles, não inventavam desculpas nos relacionamentos para se verem. Tinham a história deles e acostumaram-se a separá-la do resto do mundo.

Seus relacionamentos não duravam...como esse de Alberto em 99 que logo findou-se.


Não era traição, não era safadeza. Assim achavam, de verdade...Não era também uma desculpa para se pegarem...Não sentiam que estavam fazendo nada de errado, ninguém sabia além deles dois somente, Alberto não vangloriava-se para ninguém, Lucia não confidenciava a nenhuma amiga.

Tinham cumplicidade, amizade, do jeito deles...Amavam-se.
Inexplicavelmente, precisavam, necessitavam um do outro, completavam-se.

- Alberto, tenho novidades, estou namorando! – Lúcia deixou um recado no orkut dele.

- Nossa, que legal, fico feliz por vc e espero que ele esteja te tratando bem hein!!

– Ele respondeu sinceramente.

- Precisamos nos ver para por o papo em dia, faz muito tempo que não nós vemos.

– Eles não se viam a bem uns 2 ou 3 anos. - Claro, claro...Quem diria que te encontraria aqui hein!(qdo começaram a amizade não existia o famigerado orkut).

Atualizaram seus telefones e marcaram de se ver.

Não dava certo, nunca combinava as agendas...O tempo passou. Aquela “pegação” acabou...Pensou Alberto.

Ledo engano.

Conseguiram encontrar-se,a mesma energia rolou.

Achavam que com um pouco mais de maturidade, aquele fogo acabaria.

Ledo engano parte 2.

Encontrara-se e deram um abraço de quase meia hora. Sentiram a troca de energia intensa só nesse abraço!

Almoçaram...beberam, conversaram, trocaram carinhos e olhares... e...Motel...sem pestanejar...sem dúvidas...sem encucacações...sem encanações.

Sabiam bem o que queriam e definiam isso apenas com gestos...

Mais uma vez foi ótimo, incrível a sintonia desse quase casal. Convenciam-se de sua amizade...como diz a canção: "então tá combinado, tudo é somente sexo e amizade".

Logo após a entrega Lúcia mandou: – Alberto, essa é nossa última vez!
Como assim? Assustou-se Alberto.
Como eu te falei, estou namorando, só que vamos morar juntos!
Vão casar?
Não...só morar juntos.
Para mim é como se fosse – Alberto não entendia o que estava sentindo. Ciúmes? Nunca tiveram um do outro, pelo menos não declarado, Posse talvez...não sabia..afinal, eles nunca conversam sobre isso, era um pacto, uma regra silenciosa, acordada apenas com os olhos. Regra que sem querer estava sendo quebrada.

Como terminar algo que nunca começou?

Lúcia tb não entendia nada, nem o porque dessa decisão.

Ele me trata bem sim – dizia ela quase que tentando se convencer.

Naquele dia, nada mais foi dito do assunto, como sempre. Entregaram-se mais uma vez um ao outro, com a certeza que era a última, portanto com mais vontade,desejo, tesão, entrega total...

Despediram-se como se o assunto nem tivesse sido dito...

Alberto chegou em casa com a estranha sensação de vazio.

Lucia começou nova vida...com a certeza de que estarão sempre ligados, assim mesmo. Mas que aqueles encontros não aconteceriam mais.

Passaram uns 7 ou 8 meses desse encontro, Alberto conheceu Mônica e engatou um firme namoro, era a mulher dos seus sonhos, doce, carinhosa, compreensiva, gostosa, etc, etc...Era um passo para pensar até em casório, pensava ele.

Pegou o telefone:

– Alô? - Lucia? Oi,Sou eu, Alberto, Tenho novidades, estou namorando!

- Nossa, que legal, fico feliz por vc e espero que ela esteja te tratando bem hein!

- Precisamos nos ver para por o papo em dia, faz muito tempo que não nós vemos...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O Paradoxo do nosso tempo

George Carlin - *12/05/37 +22/06/08

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados...

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Explicando a crise

Entendendo a complexidade da crise sub-prime americana no Brasil:

Entender a crise não é fácil, mas permitam-me oferecer um similar nacional.

É assim: o seu Biu tem um bar, na Vila Noviórqui, e decide que vai vender cerveja "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. (*1)

Porque decideu vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da loura. A diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito (taxa de risco, com dizem alguns). Bom negócio, não? (*2)

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, convence que ele deve ampliar o seu bar, afinal as vendas estão indo muito bem!
O bar é alugado, e o seu Biu só tem um fusca 78. Então, o gerente decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um "ativo recebível", e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, decidem captar dinheiro no mercado e, como garantia, apresentam os tais recebíveis do banco, os transformando em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Ou seja, as cadernetas dos pinguço "lastreiam" os títulos que começam a circular no mercado.

Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a que se façam operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu). (*3)

Esses derivativos estão sendo negociadas como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os pinguços da Vila Noviórqui não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia se desespera. (*4)

Mais um detalhe para enriquecer a história: antes de tudo chegar aonde chegou, outros engravatados metidos a professores atribuíram nota AAA para os tais títulos (S&P, Moody's and Fitch).
São as mesmas empresas que deram Grau de Investimento para o Peru um mês antes de aumentarem a nota do Brasil!

É tudo muito sério mesmo...

(*1) No mundo real, o boteco do seu Biu são instituições de crédito imobiliário nos EUA. Os pinguços são pessoas sem crédito ou com histórico de inadimplência (alguns nem visto de permanência nos EUA tinham, ou seja, os chicanos ilegais da Flórida e Califórnia). As pingas são os imóveis. As cadernetas equivalem aos contratos de empréstimo. Tá bom, você pode dizer, pinga evapora... mas neste caso...

(*2) Os financiamentos imobiliários lá no norte da América têm taxas que variam entre 3 e 6,5 % ao ano, em média. Esses créditos "especiais" estavam sendo negociados a 12, 15, até 18%! Num país onde taxas de juros são sempre baixas, os financiamentos estão mais caros do que no Brasil, o país campeão de juros mundiais!

(*3) Segundo Joelmir Beting, todos os imóveis financiados nestas condições têm valor de mercado estimado em US$ 40 bilhões. Já os papéis que circularam mundo afora, ou seja, a riqueza gerada a partir desse lastro, é estimada em US$ 1,5 trilão!

(*4) Só para citar os credores do Lehman Brothers, a lista de instituições com bônus que foram para o brejo ou "dívidas não asseguradas" (não só lastreado nos títulos duvidosos, é claro) é assustadora: US$ 463 milhões com o AOZORA (Tóquio), Mizuho (Tóquio) US$ 289 milhões, Citibank US$ 275 milhões, US$ 250 milhões com o BNP Paribas (França), US$ 231 milhões do japonês Shinsei Bank, US$ 185 milhões do UFJ Bank Limited of Japan, $ 177 milhões do Sumitomo Mitsubishi Banking e por aí vai...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Significado de nomes

16 nomes e seus significados. Invariavelmente, postarei mais nomes:

Adriana =
Do latim, Da cidade de Ádria, região banhada pelo mar.


Cássia = Do Latim, feminino de Cássio que é distinto(a), ilustrado (a).

Debora = Hebraico, A abelha.

Douglas = Gaélico-escocês: Duubhglas, da água escura ou preta.

Robson = Do Inglês, Robinson.

Vanessa = Gênero de lindas borboletas.

Solange = Do Francês, Solange, solene, magestosa.

Leandro = Greco-Latino: Homem Leão.

Isadora = Grego: Isidora, dádiva de Isis.

Marcos = Latim, Marcus, Deus da guerra.

Maria = Hebraico: Miriam, senhora, soberana.

Jéssica = Hebraico, Yishay, cheia de riqueza.

Patricia = Latim, da mesma origem, da pátria.

Priscila = Latim, o mesmo que Pricila, do passado, dos tempos primitivos.

Roberta = Anglo-Saxão, fem. de Roberto, brilhante na glória.

Simone = Hebraico, shim'on, a ouvinte.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A volta do capitão Nascimento!

Muito boa charge! rs.
Mauricio Ricardo sempre de parabéns!